Eu bem disse no ano passado, que até Março de 2011 teríamos cá o FMI.
Melhor será acautelarmos as próximas profecias do Oráculo.
Atentem bem ao que vai acontecer à economia e aos portugueses porque o cenário prospectivo é muito fácil de delinear.
Análise de tendências e consequências. Previsões por análise de conteúdo e informação publicada. Cenarização estratégica.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Reestruturação da dívida portuguesa
Não nos interessa olhar para os pormenores,
ou pormaiores, consoante queiramos ou não dar-lhes importância. Insisto que me
limito a ler sinais e tendências pela análise do que dizem as pessoas realmente
relevantes a nível mundial. Não vale a pena virem dizer-me que me enganei
porque foi 6 dias depois de Março ou que a desvalorização é 46% em vez de 50% o
resultado prático e final é o mesmo. Infelizmente, neste momento, acumulam-se
os dados uma vez que já está a ser reforçada a comunicação relativa à
inevitabilidade da reestruturação das dívidas portuguesa, irlandesa e grega, a
fazer até 2014. Ser em 2013 ou 2012 é um bocado irrelevante face ao cenário
estratégico e à resposta que possamos desde já começar a acautelar.
8/04/2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Os bancos vão estourar
E a seguir vem a segunda e depois a terceira. A quarta é que os bancos vão
estourar e vão ser comprados por 1 € por outros bancos internacionais. A quinta
é que os donos desses bancos vão ficar proprietários da maior parte do
património imobiliário assim como detentores da dívida desses países, o que
significa mandar nesses países e nas populações de quem são credores.
7/4/2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Apelo à Desobediência Civil
Porque me parecem muito adequadas à situação atual, publico algumas citações relevantes.
“O governo não
é mais do que o meio escolhido pelo povo para executar a sua vontade, acaba por
ser objecto de abusos e perversões, antes de o povo actuar através dele ...
limito-me a exigir no imediato um governo melhor ... penso que devemos ser
primeiro homens e só depois súbditos”
(Thoreau)
“Todos os homens reconhecem o direito à
revolução, isto é, o direito de recusar lealdade e o de resistir aos governos
quando a tirania e a ineficácia ultrapassam os limites do razoável ... quando o
súbdito nega a fidelidade e o funcionário renuncia ao cargo então nasce a
revolução” (Thoreau)
“Os
homens sábios não podem deixar a justiça à mercê da sorte nem desejar que ela
se imponha só através do poder da maioria ... uma minoria fica desarmada quando
se conforma com a maioria ... “(Thoreau).
“Se
um estado é governado pelos princípios da razão, a pobreza e a miséria são
coisas vergonhosas; se o estado não é governando pelos princípios da razão, o
que é objecto de vergonha são as riquezas e honrarias” (Confúncio)
“Quando aparece um governo que diz: ‘o teu
dinheiro ou a tua vida’, porque hei-de eu ter pressa em lhe entregar o
dinheiro? Ele que fique apertado, sem saber o que fazer. Eu é que não posso
ajudá-lo. Ele que se ajude a si próprio que é o que eu faço” (Thoreau).
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