Não nos interessa olhar para os pormenores,
ou pormaiores, consoante queiramos ou não dar-lhes importância. Insisto que me
limito a ler sinais e tendências pela análise do que dizem as pessoas realmente
relevantes a nível mundial. Não vale a pena virem dizer-me que me enganei
porque foi 6 dias depois de Março ou que a desvalorização é 46% em vez de 50% o
resultado prático e final é o mesmo. Infelizmente, neste momento, acumulam-se
os dados uma vez que já está a ser reforçada a comunicação relativa à
inevitabilidade da reestruturação das dívidas portuguesa, irlandesa e grega, a
fazer até 2014. Ser em 2013 ou 2012 é um bocado irrelevante face ao cenário
estratégico e à resposta que possamos desde já começar a acautelar.
8/04/2011
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